sexta-feira, 19 de abril de 2019

A Morte da Morte



"Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?" 

(1 Coríntios 15:55)


Era uma manhã de domingo. Duas mulheres foram a um lugar de muita tristeza, Maria Madalena e a outra Maria. Elas queriam muito visitar o túmulo de um grande amigo e mestre. Alguém que havia dito para elas verdades jamais ditas por nenhum outro. Na sexta-feira, Jesus de Nazaré, havia sido cruelmente morto numa cruz, pelos soldados romanos e sepultado no túmulo de um homem rico chamado José de Arimatéia. Após a morte de Jesus, o seu corpo sem vida foi embalsamado e colocado no sepulcro, conforme o costume daquele tempo. As mulheres foram a sua procura, um anjo desceu do céu com suas vestes brilhantes, um terremoto aconteceu e elas perceberam que a pedra que fazia vedar o túmulo, que ficava numa caverna, havia sido removida. Com a expectativa de encontrarem o corpo de Jesus, elas procuraram dentro do sepulcro, mas para sua surpresa, o corpo não está lá! Naquele instante, perceberam que o anjo estava assentado sobre a pedra. Ele as convidou à olharem para dentro do túmulo, afirmando que Jesus havia ressuscitado, assim como houvera prometido. Logo depois, o próprio Jesus se aproximou delas. Elas o beijaram os pés e o adoraram (Mt 28). Aquele que estava morto reviveu e a morte não pôde fazer calar a voz que ecoa por todos os tempos: Ele vive!

Vejamos algumas lições sobre a ressurreição de Jesus:

1. A ressurreição de Jesus é a libertação dos filhos de Deus (Jo 8.32). O mesmo pecado que aparentemente é doce ao paladar, torna-se amargo à alma. Ele separou o homem de Deus e o prendeu em algemas eternas. A morte passou a todos os homens subjugando-os, assim como um domador o faz com um touro através de seu aguilhão. Na morte e na ressurreição de Jesus, ele quebrou as algemas do pecado e riscou toda dívida que a humanidade possuía para com a lei de Deus. A morte e a ressurreição de Jesus proporcionaram ao homem o perdão dos pecados, , colocando-o numa posição de graça diante de Deus e de toda a criação.

2. A ressurreição de Jesus é o receber de uma nova vida (Rm 6.4). Depois da queda da humanidade não havia vida, só morte. Todas as faculdades do homem foram severamente afetadas pela queda: o senso de justiça, a capacidade de discernir entre o certo e o errado, a capacidade de amar e de demonstrar amor e a responsabilidade com o mundo criado. Todas as suas escolhas, ideais de justiça e a maneira de enxergar a estabilidade social, foram danificadas pela queda do homem. A morte se tornou uma dolorosa consequência para a humanidade. Não havia mais quem buscasse o bem, porque todos pecaram (Rm 3.12).

Embora o pecado tenha causado tantos males, ao morrer e ressuscitar, Jesus se colocou no lugar dos eleitos de Deus, se fazendo maldição para abençoar o homem, morrendo a sua morte, cumprindo a lei, para que o homem agora pudesse viver uma nova vida com toda a plenitude de alegria que somente Jesus Cristo pode oferecer (Gl 3.13).

3. A ressurreição de Jesus é a mais linda prova de amor (Rm 5.8-9). Já disse o poeta: Se todo oceano fosse tinta, se todas as nuvens fossem papel e se todas as árvores fossem pincel, jamais poderiam desenham um retrato do incontável amor de Deus por você. A morte de Jesus na cruz é a mais bela prova de amor. Deus ama você e ele provou o seu amor entregando tudo o que ele possuía de mais precioso, o seu único filho para morrer no seu lugar e assim cumprir toda a lei que dizia que aquele que pecasse deveria morrer. Ele viu do céu todo o sofrimento do seu filho: a traição, a inveja, a rejeição, a dor, o medo, a solidão, a injustiça e a ingratidão. O Pai viu do céu quando o seu filho sofreu além dos limites humanos para que você fosse perdoado do seu pecado. Deus ama você, se importa com você e te escolheu antes da fundação do mundo por meio de seu maravilhoso plano de amor.

Rev. Bruno Almeida de Oliveira


domingo, 25 de agosto de 2013

O Evangelho puro e simples


"De fato, a mensagem da morte de Cristo na cruz é loucura para os que estão se perdendo; mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus." (1 Co 1.18)
A pregação do Evangelho é a maior necessidade para que a salvação dos perdidos aconteça, pois o Evangelho é o poder de Deus para a transformação desde o indivíduo até o mundo inteiro. Famílias, repartições, governos e cidades serão plenamente transformados quando o Evangelho for anunciado em sua totalidade. O mundo precisa do Evangelho puro e simples. A mensagem do Evangelho não pode ter nada aquém e nada além do que foi revelado por Jesus para edificação de vidas. As pessoas necessitam ouvir sobre o amor de Deus revelado por meio de Jesus, quando ele assumiu o seu lugar, cancelando a dívida que era contra elas para com a lei, por causa do pecado. O mundo precisa ouvir que Jesus é o filho de Deus que veio ao mundo, gerado pelo Espírito Santo em uma jovem ainda virgem, que nasceu numa manjedoura, cresceu como um menino normal de Belém da Judéia, foi batizado no rio Jordão pelo profeta João Batista, chamou, treinou, capacitou e enviou doze homens para anunciar o Reino de Deus, morreu na morte mais vergonhosa de seu tempo, a morte de cruz, e, ressuscitou ao terceiro dia subindo ao céu, deixando o Espírito Santo em seu lugar para preparar lugar para os que foram chamados para o arrependimento de suas más ações e pecados. Somente esse Evangelho pode transformar o homem em sua plenitude. Ele é o único agente de transformação de uma sociedade tão corrupta e eticamente falida. O que acontece é que muitas Igrejas não estão pregando mais o genuíno Evangelho de Cristo. Pregadores pregam sermões de autoajuda, Igrejas pregam somente as benesses por meio de milagres, prometendo curas e mais curas, mas se esquecendo de que o Evangelho que Jesus nos ensinou é curar o coração dos homens e mulheres para o arrependimento para a vida. David Nicholas conta uma ilustração profunda sobre esse ponto. Ele diz que havia uma ilha em Tazma em que os seus moradores possuíam uma sina trágica. Eles desenvolveram uma doença com um gene de morte prematura que os envelhecia rapidamente e os matava por volta dos trinta anos. Muitos curandeiros vendiam soluções mentirosas, prometendo a cura da doença, mas não adiantava, pois as pessoas continuavam morrendo. Então, após centenas de anos de mortes, um homem chamado Papad aterrissou na ilha e produziu uma cura para o gene da morte. Ele lhes deu a cura de graça e ensinou as pessoas como fazer para obterem o sucesso. A princípio a resposta foi maravilhosa, mais com o passar dos anos, as pessoas não mais transmitiam a fórmula do antídoto de uma maneira correta e fiel que o sábio homem havia ensinado. Inevitavelmente as pessoas começaram a morrer precocemente aos trinta anos mais uma vez. Sabe o que aconteceu? Alguém deixou de ser fiel na transmissão da mensagem!
De uma maneira semelhante, em nossos dias, as pessoas lotam Igrejas em busca do antídoto para a vida, mas continuam mortas. Elas entregam seu dinheiro, vão às reuniões, ajudam às instituições de caridade, mas ainda estão mortas. O Evangelho que está sendo ensinado está adulterado. Precisamos de uma volta ao verdadeiro Evangelho.
Querido leitor, tudo o que você precisa saber para ser salvo é que Deus o ama de uma maneira grandiosa, que não se pode medir ou contar. Mesmo que você tenha sido feito na bigorna da dor, da desesperança, do sofrimento, Deus ama você e o seu amor não tem fim. Ele não o ama pelo que você possui, nem pelo seu nível de conhecimento, muito menos pelo fato de você ser uma pessoa considerada “boa” ou “honesta”. Deus ama você porque Ele é o amor em sua mais excelente expressão. Elprovou o seu amor por você enviando o que ele possui de mais precioso, seu único filho para morrer em seu lugar e te dar uma nova chance, uma nova oportunidade de viver com qualidade de vida. Tudo o que você precisa fazer é crer no Evangelho, confessar os seus pecados, crer em Jesus, e viver de uma maneira maiúscula e abundante!
Rev. Bruno Almeida de Oliveira

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Máscaras

Máscaras escondem o que temos guardado nos corredores do coração, mas também revelam aquilo que somos. Por mais que usemos máscaras, uma hora ou outra teremos que retirar. Deus conhece o nosso interior, por isso, mesmo que estejamos sorrindo por fora e por dentro chorando, Ele vê, se importa e se identifica com o nosso sofrimento. Retire suas máscaras e seja autêntico!
Rev. Bruno Almeida de Oliveira